Maiores quedas do ano, IRB, aéreas, CVC e Hering são pechinchas na Bolsa? Confira a opinião de analistas

SÃO PAULO – Há uma tendência natural dos investidores, depois de uma forte baixa dos ativos no mercado financeiro global por conta do coronavírus, em buscar as ações que mais caíram e identificar quais possuem o maior potencial de serem pechinchas.

Desde o início do ano, no Brasil, os seis papéis que mais se desvalorizaram até o fechamento do pregão desta sexta-feira (26) foram IRB Brasil (IRBR3), com uma queda de 69,55%, Azul (AZUL4), que cai 65,68%, Embraer (EMBR3), em recuo de 60,31%, CVC (CVCB3), que enfrenta desvalorização de 59,59%, Hering (HGTX3), que cai 59,11% e  Gol (GOLL4), que tem baixa de 50,19%.

Porém, a forte queda dos ativos não quer dizer que uma ação está atrativa para a compra, conforme é destacado no quadro abaixo, que contém as recomendações compiladas pela Bloomberg com casas de análise sobre as principais baixas do índice no ano.

 

Empresa Ticker Queda em 2020 até agora* Recomendações de compra Recomendações neutras Recomendações de venda
IRB Brasil IRBR3 -69,55% 4 7 0
Azul AZUL4 -65,68% 6 6 0
Embraer EMBR3 -60,31% 3 2 0
CVC CVCB3 -59,59% 1 4 1
Hering HGTX3 -59,11% 2 10 4
Gol GOLL4 -50,19% 7 8 1

*até o fechamento da última sexta-feira (26)

Vale destacar que a recomendação neutra é a regra aqui, uma vez que a cautela diante das incertezas no cenário acaba ofuscando a atratividade decorrente dos múltiplos menos esticados depois da fortíssima desvalorização sofrida no semestre.

Assim, a maior parte das maiores quedas não é vista como oportunidade na bolsa, uma vez que a conjuntura para as companhias segue bastante complicada, seja por questões internas ou por conta do baque com a pandemia do novo coronavírus. Confira os motivos para as fortes baixas dessas ações – e o que esperar para elas:

IRB Brasil

Maior queda da Bolsa no ano, o IRB enfrentou uma grave crise interna no início de 2020 depois que um relatório da Squadra questionou os dados dos balanços da companhia. Logo em seguida, a diretoria da empresa afirmou que a Berkshire Hathaway, do maior investidor do mundo, Warren Buffet, detinha ações do IRB, o que foi negado pela própria Berkshire.

Recentemente, a companhia divulgou os resultados de uma investigação sobre o caso. Ainda que a companhia não tenha revelado que a diretoria anterior – José Carlos Cardoso (então CEO) e Fernando Passos (então CFO) saíram da empresa em meio ao episódio – tenha sido responsável por vazar a informação errônea de que a Berkshire Hathaway teria papéis IRBR3, esse fato já era de conhecimento público, conforme aponta a Levante Ideias de Investimento.

Além disso, foi verificado que, entre fevereiro e março de 2020, foram realizadas operações de recompra de ações da companhia que ultrapassaram as quantidades autorizadas pelo Conselho de Administração em 2.850.000 ações. O IRB reiterou que os responsáveis por todas estas irregularidades apuradas não integram mais os quadros da companhia.

Assim, conforme ressalta a equipe de análise da Levante, além do pagamento de bônus a executivos ser uma novidade, a confirmação das primeiras irregularidades é sinal de que realmente havia “fogo” em meio a “fumaça” de notícias negativas envolvendo a empresa.

“Dessa forma, o mercado pode aumentar as apostas para a confirmação de novas irregularidades” o que, a curto prazo, poderia gerar pressão para os ativos, apontam.

De acordo com Carlos Daltozo, analista da Eleven Financial Research, houve uma quebra de confiança muito grave do IRB e qualquer análise fundamentalista sobre a empresa é altamente especulativa antes da teleconferência da diretoria da empresa que ocorre no dia 30.

“Queremos que a tele mostre o que ali era resultado recorrente ou não. A companhia continua líder, com mais de 40% de market share, operacionalmente muito forte, mas precisamos entender o que aconteceu ali para fazermos quaisquer previsões acerca dos resultados futuros da empresa”, explica.

Daltozo entende que uma compra das ações IRBR3 hoje, apesar da forte queda no semestre e do repique dos últimos pregões, é arriscada, pois há pouca visibilidade no horizonte da empresa. “Tínhamos muitos clientes alocados e nossa recomendação é esperar o resultado que sai na segunda-feira antes de tomar uma atitude.”

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A XP Investimentos lembra ainda que, apesar de o Conselho de Administração ter sido praticamente inteiro trocado, do presidente aos membros, os atuais conselheiros podem ter que responder na pessoalmente por eventuais omissões. Assim, segue com recomendação em revisão para os ativos, dado o cenário bastante incerto para a empresa (veja mais sobre o IRB clicando aqui).

Com isso, os resultados do primeiro trimestre, a serem apresentados nesta segunda-feira, e o que a nova gestão falará em teleconferência serão essenciais para definir o ânimo dos analistas e de investidores com a ação – além de consolidar ou não a sua virada na bolsa. Por enquanto, a cautela sobre a ação predomina na maior parte das casas de análise.

Companhias aéreas

O impacto do coronavírus no mercado foi geral e disseminado, mas as ações de algumas empresas sofreram mais do que outras por questões inerentes aos seus setores e modelos de negócio. É claro que com quarentenas no mundo o setor aéreo seria um dos mais afetados.

Diversos países proibiram a entrada de passageiros quando não forem cidadãos residentes do próprio país. Outros tantos só aceitam voos humanitários.

Um analista que cobre aéreas, mas não quis ser identificado, afirma que o setor é o mais elástico de todos, sendo atacado tanto na parte da demanda quanto nos custos. Ao mesmo tempo em que brasileiros adiam viagens por conta da pandemia, o dólar mais alto afeta os custos das companhias, que são predominantemente denominados na moeda dos EUA.

“Teoricamente já passamos pela pior parte nos fundamentos das companhias, porém o cenário de retomada ainda é muito incerto”, destaca. Por outro lado, o especialista avalia que o terceiro trimestre deve ser melhor que o segundo e o quarto melhor que o terceiro, de modo que uma compra das ações não seria absurda neste momento em vista do quanto esses papéis já caíram na Bolsa.

“As companhias têm reportado mais sobre a situação de caixa e elas conseguiriam passar mais de um ano com o que possuem dentro de casa. Tudo isso sem contar com os valores emprestados pelo governo para estimular o setor.”

Em relatório, a analista Bruna Pezzin, da XP Investimentos, defende que a Azul está bem posicionada no setor por operar um número alto de rotas, sendo operadora única em cerca de 70% de suas rotas, e líder em frequência em outras 13%.

Enquanto isso, concorrentes como a Gol sofrem por atuarem em rotas nas quais há mais sobreposição. Além da maior competição, a aérea ainda precisa enfrentar toda a indefinição do cenário atual. “A incerteza em relação à duração do lockdown e sua consequência para atividade econômica e renda disponível trouxe um risco adicional para o setor aéreo”, explica.

Mesmo assim, Bruna Pezzin lembra que a Gol terminou 2019 com uma liquidez saudável e que sua estratégia de frota única e maior presença no mercado doméstico permitem uma grande adaptabilidade em um cenário de retomada.

Azul, por sua vez, teria maior espaço para definir preços em função da baixa concorrência e habilidade de alocar o jato adequado às respectivas rotas, garantindo a rentabilidade da sua operação.

Outra novidade acerca da Azul é a renovação da frota de jatos da Embraer para modelos de nova geração. “Esses jatos possuem consumo de combustível inferior, custos de manutenção menores e utilização maior”, avalia.

“Assumindo todas as outras variáveis constantes (ocupação, câmbio, preço de petróleo), esses jatos deveriam resultar em margens superiores. No entanto, tendo em vista a atual conjuntura, esperamos que isso aconteça em 2021 apenas.”

Uma situação que beneficia ambas as companhias é a maior racionalidade do setor desde a saída da Avianca, com aumento de capacidade condicionado ao crescimento da demanda, algo que permite preços mais sustentados ao longo do tempo. Os riscos, por sua vez, são de uma retomada mais fraca que a esperada da atividade econômica, a persistência da volatilidade cambial e o acirramento da competição em um pós-pandemia.

A recomendação da XP para os papéis AZUL4 é de compra e neutra para os papéis da Gol.

Por outro lado, a equipe de análise do Morgan Stanley prefere as ações da Gol por conta da situação de frota da empresa, que estaria mais bem resolvida que a da Azul. Além disso, a Azul tem um percentual maior de tráfego internacional, que chega a 24% contra 13% da Gol.

Outra vantagem da Gol seria ter um posicionamento mais forte em grandes centros, ao passo que a Azul opera mais rotas regionais. “O tráfego nos aeroportos de grandes cidades deve ser mais forte do que em mercados mais regionais”, apontam os analistas do banco americano. Contudo, os analistas do banco americano seguem com recomendação neutra para ambos os ativos.

Vale lembrar que a Azul e a LATAM fecharam recentemente um acordo para conexões domésticas e pontos de fidelidade, o que levantou discussões no mercado sobre uma possível fusão no futuro. O Morgan Stanley ressalta que se Azul e LATAM se unissem no Brasil elas controlariam 64% das rotas sem qualquer concorrente. Contudo, John Rodgerson, presidente da Azul, descartou a possibilidade: “Não temos plano de fusão”, apontou.

Em meio a esse cenário, a equipe de análise da Levante Ideias de Investimento aponta que as condições de mercado adversas para o setor aéreo podem ser consideradas sem precedentes. Eles apontam que, mesmo com uma leve melhora em maio em relação a abril e um evidente incremento na oferta e demanda de voos nas últimas semanas, a crise causada pela pandemia poderá levar a uma série de consequências sérias para o setor.

“O principal risco é a velocidade da queima de caixa durante a crise, que pode levar as companhias à insolvência sem captações de recursos em condições especiais”, destacam os analistas. Neste sentido, o setor espera por um pacote de ajuda do governo para dar mais alívio às companhias.

De qualquer forma, como ressalta a Levante, o ambiente atual leva a um cenário de bastante cautela com o setor, ressaltando o risco de uma segunda onda de contaminação da Covid-19, que levaria a medidas mais restritivas em termos de isolamento e o ritmo/formato da recuperação econômica, cuja dinâmica também está associada à propagação do coronavírus.

CVC

Se as viagens de avião em geral já foram muito afetadas, um impacto maior ainda foi sentido no setor de turismo. A CVC, no entanto, foi elevada de recomendação de venda para neutra pela Eleven Financial. Em relatório, a analista Daniela Bretthauer escreve que o desafio para o novo presidente da CVC, Leonel Andrade, no cargo desde final de março, é gigantesco.

Apesar disso, ela acredita que as oportunidades para tornar a CVC mais competitiva e eficiente são diversas e algumas já foram implementadas pela nova gestão. É o exemplo da revisão da estrutura de reporting, que caiu de 20 para 13, a reorganização do atendimento aos clientes e às empresas, a renovação do Conselho de Administração, com troca de metade dos membros e mais peso dos membros independentes e integração dos negócios adquiridos via M&A (fusões e aquisições) recentemente.

“Ao contrário de outras ações do setor de consumo e varejo, a CVCB3 ainda está longe de sua máxima histórica de R$64,80, alcançada cerca de um ano atrás. Apesar das incertezas, em nossa visão, o risco de queda é menor que o potencial de alta e, por este motivo, alteramos nossa recomendação de Venda para neutro e estabelecendo um preço alvo para final de 2021 de R$22,00 para 13% de upside“, aponta a Eleven.

O grande problema no cenário para a CVC é que ainda existem muitas incertezas sobre a recuperação do turismo mundial passada a pandemia.

A Organização Mundial do Turismo (OMT) traçou 3 cenários possíveis para o turismo mundial, onde o mais otimista estima a reabertura das fronteiras gradualmente a partir de julho, com 850 milhões de passageiros a menos na comparação anual, o cenário-base lida com reabertura em setembro, o que resultaria em 1 bilhão de passageiros a menos ano a ano, e o cenário pessimista vê retorno apenas em dezembro, causando uma queda de 1,1 bilhão na base anual.

“Ou seja, independente da data de reabertura, a queda no volume de passageiros não será inferior à 50%, podendo chegar a 80%. Em valores, esta retração implica impacto estimado de cerca de U$1 bilhão na receita global relacionada ao turismo”, analisa Bretthauer.

A companhia anunciou recentemente que planeja retomar 100% das suas atividades no início de julho, o que ajudou a impulsionar a alta dos ativos no mês de junho, de cerca de 23% até o pregão de sexta-feira. Porém, aponta a Levante, há dúvidas no mercado sobre a velocidade de recuperação do turismo no país e da própria CVC. Isso porque a empresa passou por choques sucessivos além da pandemia, incluindo o fim das operações da Avianca Brasil, o derramamento de óleo nas praias do Nordeste em 2019, a forte desvalorização do real e a investigação na companhia para averiguar indícios de erros na contabilização.

“O principal catalisador das ações da CVC é a velocidade de retomada das suas operações e o ‘novo normal’ do setor de turismo. Enquanto não for desenvolvida uma vacina efetiva e acessível a todos, acreditamos que as pessoas não terão confiança suficiente para realizar viagens como antes da Covid-19. Até mesmo as Olimpíadas que foram adiadas para 2021 podem não acontecer se houver uma segunda onda de contaminação do novo coronavírus”, apontam os analistas da casa de research. Isso se reflete nas recomendações da companhia, sendo uma de compra, uma neutra e quatro de manutenção.

Embraer

Não bastasse a forte queda no semestre devido à demanda mais fraca por conta do coronavírus, a fabricante de jatos sofreu com o rompimento do acordo de US$ 5,2 bilhões com a Boeing. A companhia americana alega que a brasileira “não cumpriu com as condições necessárias”, ao passo que a Embraer acusa a Boeing de rescindir indevidamente o negócio.

Em 16 de junho a Embraer teve sua nota de crédito rebaixada para junk pela agência de rating Standard & Poor’s e a perspectiva cortada para negativa. A S&P espera queda pela metade nas entregas de jatos comerciais em 2020 e queima de caixa de cerca de US$ 800 milhões devido aos efeitos da pandemia.

Por outro lado, a equipe de análise do Bradesco BBI considera boa a notícia da saída do CEO de aviação comercial, John Slattery e dos executivos sêniores, Nelson Salgado, Antonio Campello, Helio Bambini e Mauro Kern.

“A companhia está começando a encolher suas operações para enfrentar um cenário mais competitivo”, escrevem os analistas.

O UBS, em relatório assinado por Myles Walton, Louis Raffetto e Emilee Deutchman, coloca recomendação neutra para a Embraer, destacando que os resultados do primeiro trimestre foram uma surpresa positiva em termos de margens considerando os volumes fracos de entregas de aeronaves comerciais e executivas. Mesmo com queda de 23% nas vendas na comparação anual, a margem bruta de 21% superaram as estimativas do mercado.

Segundo os analistas, a Embraer tem caixa o suficiente para sobreviver a 2020 e sobra um pouco para queimar durante 2021, porém ainda está em negociações para aumentar a liquidez via fontes locais. “Nos próximos meses a administração buscará reintegrar o negócio comercial e realinhar os custos enquanto procuram oportunidades de parcerias (embora não com a escala do acordo anterior com a Boeing).”

Por outro lado, para o segundo trimestre, o UBS espera negócios mais fracos por conta da Covid-19 e questiona o otimismo da administração da companhia, que apesar de esperar algum impacto parece fora de sintonia com os pares ao projetar um book de faturamento de uma vez para o ano.

Sem grandes catalisadores no curto prazo, um fator que impulsionou os ativos em sessões pontuais foram notícias – não confirmadas – de interesse estrangeiro na companhia, como da chinesa Comac e da russa Irkut, conforme a Reuters informou no final do mês de maio.

Contudo, avaliou o Bradesco BBI, se um potencial acordo avançasse, o investimento potencial deveria ser materialmente inferior à oferta de US$ 4,2 bilhões da Boeing, porque: 1) no acordo anterior com a americana, a Embraer iria complementar o portfolio da Boeing para competir com a Airbus (o que implicaria um valor maior de negociação), 2) a pandemia do Covid-19 desencadeou uma crise global nos setores aéreo e aeroespacial e 3) a Embraer terá que lutar com adiamentos recentes de pedidos de aeronaves e cancelamentos. “Portanto, o momento é mais favorável para o potencial comprador [das operações] do que para o vendedor”, apontaram os analistas na ocasião.

Os analistas do BBI mantêm recomendação underperform (desempenho abaixo da média do mercado)  para os ativos, em meio ao adiamento das entregas de aeronaves e novos cancelamentos em potencial, além de uma concorrência acirrada vinda da Airbus.

Hering

Pior desempenho de uma varejista na Bolsa este ano, a Hering sofre com custos de produção maiores do que os dos concorrentes, que terceirizam praticamente toda a fabricação de roupas.

A equipe de análise do HSBC destacou em relatório que a companhia deve ser mais impactada pelo fechamento de lojas durante a quarentena, uma vez que os custos mais altos cobrarão seu preço no lucro antes de juros, impostos, depreciações e amortizações (Ebitda na sigla em inglês).

Os analistas entendem que a ação da Hering voltaria a subir se a recuperação da economia brasileira se mostrasse mais vigorosa do que o esperado, o que resultaria em mais vendas, e se as campanhas de marketing atraíssem mais clientes. Além disso, o projeto piloto da nova loja da marca Hering poderia ser lançado mais rápido que o esperado, de modo a gerar um impacto positivo nas vendas.

Por outro lado, uma demanda menor que a esperado por causa da Covid-19 poderia jogar a cotação dos papéis HGTX3 ainda mais para baixo. A empresa pode também ter dificuldades em replicar suas melhores práticas em franqueadas, o que pioraria os níveis de estoques e prejudicaria o valor da marca.

Há ainda um risco relacionado à maior exposição da Hering a tendências de moda que podem não ser replicadas de maneira tão rápida ou eficiente no seu portfolio.

As campanhas de marketing nas quais a empresa está investindo também podem não se traduzir em maior preferência pela marca.

Não obstante os riscos, o HSBC estabeleceu recomendação neutra para as ações da varejista, sob o argumento de que a falta de crescimento nas receitas já está incorporada no preço atual depois da forte queda.

“Os impactos da pandemia pegaram a empresa em um momento já difícil, em que vinha sofrendo quedas nas vendas e em sua receita, mesmo quando comparada aos competidores”, avaliou o Credit Suisse no fim de maio, logo após a divulgação dos resultados (mais uma vez fracos) do primeiro trimestre da companhia. A recomendação do banco suíço para os ativos também é neutra, recomendação essa compartilhada por mais nove casas de análises. Apenas duas casas recomendam a compra da ação, enquanto quatro recomendam venda.

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